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Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia
Entender como a criança aprende: avaliação e intervenção psicopedagógica e o olhar neuropsicopedagógico sobre as dificuldades de aprendizagem, na sala e na clínica.
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Antes de ensinar, vale entender como cada criança aprende: o que acontece entre perceber, prestar atenção, guardar na memória e dar sentido ao que se lê e se escreve. A psicopedagogia estuda justamente esse processo de aprendizagem e o que o interrompe, e a neuropsicopedagogia acrescenta o olhar sobre como o cérebro sustenta essas funções. Não é diagnóstico clínico, e sim uma forma mais atenta de observar a criança para saber onde e como intervir.
Aqui você encontra o caminho da avaliação à intervenção: reunir a história da criança, observar como ela resolve as tarefas e planejar apoios que façam sentido em sala e em atendimento. Esse olhar ajuda a distinguir uma dificuldade passageira de um transtorno de aprendizagem e dialoga com o apoio à alfabetização e ao AEE no dia a dia da escola.
O que você encontra neste tema
- O passo a passo da avaliação psicopedagógica: anamnese, observação e análise de como a criança aprende.
- A diferença entre o olhar psicopedagógico e o neuropsicopedagógico na leitura das dificuldades.
- Como transformar a avaliação em intervenção: metas, recursos e atividades que fazem sentido para cada criança.
- Quando o trabalho é da escola, quando pede um especialista e quando encaminhar para avaliação.
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Clique e descubra tudo sobre Neurociência e Neuropedagogia na Educação e aprenda potencializar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos.Ler o artigoPerguntas frequentes sobre psicopedagogia e neuropsicopedagogia
As dúvidas mais comuns de quem trabalha com psicopedagogia e neuropsicopedagogia na sala de aula, respondidas de forma direta.
A psicopedagogia estuda o processo de aprendizagem e as dificuldades que surgem nele, olhando para a criança, a família e a escola. A neuropsicopedagogia parte da mesma base, mas acrescenta o conhecimento sobre o funcionamento do cérebro (atenção, memória, linguagem, funções executivas) para entender o que sustenta a aprendizagem. São olhares complementares, e nenhum dos dois faz diagnóstico médico.
É um processo de observação organizado para entender como a criança aprende e onde estão as barreiras. Costuma reunir a história da criança (anamnese), a análise de tarefas de leitura, escrita e raciocínio, e a observação de como ela se organiza diante do erro. O resultado não é um laudo, e sim um retrato que orienta a intervenção e as adaptações em sala.
Não. Muitas dificuldades são passageiras e ligadas ao método, ao contexto ou ao momento da criança, e melhoram com mediação adequada. O transtorno de aprendizagem, como a dislexia ou a discalculia, é persistente, específico e exige avaliação especializada. Distinguir os dois evita rótulos precoces e direciona melhor o apoio.
O psicopedagogo olha para o processo de aprendizagem: como a criança lê, escreve, calcula e o que atrapalha esse caminho. O psicólogo escolar olha para o desenvolvimento emocional, o comportamento e as relações que atravessam a vida na escola. Na prática, os papéis se complementam: uma criança que não avança na leitura pode precisar dos dois olhares, cada um contribuindo com uma parte do retrato. Nenhum deles substitui o trabalho do professor em sala.
Não. O diagnóstico de transtornos como dislexia, discalculia ou TDAH é clínico e cabe a equipes especializadas da saúde, como médicos, neuropsicólogos e fonoaudiólogos. O que o psicopedagogo produz é um parecer ou relatório psicopedagógico: um documento que descreve como a criança aprende, onde estão as barreiras e quais intervenções fazem sentido. Esse parecer tem muito valor para a escola e pode apoiar a investigação clínica, mas não é laudo médico nem fecha diagnóstico sozinho.
A anamnese é uma conversa estruturada com a família para reunir a história da criança: gestação, desenvolvimento, fala, rotina, escolarização anterior e como ela se comporta diante das tarefas em casa. O objetivo não é julgar a família, e sim entender o contexto em que a dificuldade aparece. Pergunte quando os sinais começaram, o que já foi tentado e como a criança reage ao erro. Essas respostas orientam a observação e evitam conclusões apressadas.
Encaminhe quando a dificuldade persiste mesmo depois de ajustes consistentes no ensino: você retomou o conteúdo, mudou a estratégia, deu mais tempo, e a criança continua estagnada em relação ao próprio ritmo. Antes de encaminhar, registre o que observou e o que já foi tentado, com exemplos concretos de atividades. Esse registro faz diferença: a avaliação parte do que a escola viu, e a família entende que o encaminhamento é cuidado, não rótulo.
A psicopedagogia clínica atende a criança individualmente, em consultório, com avaliação e intervenção focadas naquele caso. A institucional atua dentro da escola, com olhar preventivo e coletivo: apoia professores no planejamento, ajuda a identificar barreiras de aprendizagem nas turmas e orienta adaptações antes que a dificuldade se agrave. Uma não exclui a outra: a criança pode ter atendimento clínico enquanto a escola ajusta a prática com apoio institucional.
Funções executivas são as habilidades que organizam o pensamento para agir: planejar os passos de uma tarefa, manter a informação na memória de trabalho, inibir impulsos e mudar de estratégia quando algo não funciona. Na sala, elas aparecem quando a criança começa e termina uma atividade, segue instruções com mais de uma etapa e se recupera do erro. Quando estão imaturas, a dificuldade parece desatenção ou preguiça, mas o apoio certo é dividir tarefas em passos curtos e dar rotina previsível.
Comece pelo que a criança faz bem e apresente a dificuldade com exemplos concretos de sala, sem termos técnicos nem hipóteses de diagnóstico. Diga o que a escola já tentou e o que observou, e proponha os próximos passos como parceria: o que a família pode acompanhar em casa e, se for o caso, por que uma avaliação ajudaria. Evite frases como 'ele tem algum problema'; o professor descreve comportamentos, quem investiga causas é a equipe especializada.
Depoimentos
Quem ensina, conta
Educadoras que vivem o dia a dia da sala e encontraram apoio em psicopedagogia e neuropsicopedagogia com a Rhema. Gente de verdade.
Esta plataforma tem sido uma grande ajuda nos meus estudos e pesquisas. Quando me inscrevi, estava precisando de conteúdo e encontrei exatamente o que precisava no Grupo Rhema. As aulas são excelentes, as apostilas são envolventes, e elas me motivam a aprender mais a cada dia.
Monique dos Santos T. AraújoEducador(a) · Psicopedagogia e NeuropsicopedagogiaCom certeza foi de grande valia. Cresci como pessoa, pois a cada encontro me redescobri, me conheci. É maravilhoso saber que sempre podemos aprender mais e, consequentemente, ajudar nosso próximo. Curso maravilhoso! Parabéns, excepcionais! Rhema (Mara e Fábio), parabéns!!
Berenice Terezinha Vilanova GrubeEducador(a) · Psicopedagogia e NeuropsicopedagogiaO curso foi ótimo, me agregou conhecimentos teóricos e práticos que somaram nos momentos dos quais precisei fazer intervenções com as crianças com autismo. Isso me fez sentir segura e os resultados foram bastantes aplicáveis.
Elisangela dos Santos CarvalhoEducador(a) · Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia
Após concluir o curso, passei a ver meus alunos sob nova perspectiva, entendendo melhor suas dificuldades. Surgiram diversas oportunidades para trabalhar de forma mais eficaz com eles, abrindo caminhos para uma atuação mais clara e eficiente em sala de aula.
Eliandra B. Lemos AlbuquerqueEducador(a) · Psicopedagogia e NeuropsicopedagogiaA pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista veio para aprimorar meus conhecimentos, tornando a minha prática clínica mais eficaz e produtiva. Hoje me sinto segura para atender pacientes com TEA e orientar as famílias de forma correta e produtiva.
Raquel de Oliveira MoraesEducador(a) · Psicopedagogia e NeuropsicopedagogiaO curso me proporcionou autoconhecimento e compreensão mais profunda de mim mesma. As aulas foram incríveis, com excelentes profissionais e seres humanos dedicados, sempre prontos a ouvir, orientar e auxiliar. Aprendi que é natural ser humano, não perfeito, e desenvolvi paciência comigo, familiares, amigos e alunos.
Elizabeth Aparecida Kudrek de OliveiraEducador(a) · Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia
Este curso abriu portas na minha vida. Sou professora da Educação Infantil, não tenho um aluno autista, mas tenho alunos com dificuldades. E este curso ajudou no trabalho de como me relacionar com estas crianças, e a partir daí tudo começou a melhorar. E sei que quando eu vier a ter uma criança autista, estarei preparada para melhor atendê-la e também todas as outras.
Anderlucia Pereira SantineEducador(a) · Psicopedagogia e NeuropsicopedagogiaConsegui solucionar diferentes problemas relacionados à educação especial, visto que sou coordenadora pedagógica do município. Adquiri muitos conhecimentos que servirão de apoio na minha vida profissional.
Claudenice Albuquerque GonçalvesEducador(a) · Psicopedagogia e NeuropsicopedagogiaO curso de Pós-graduação foi excelente para minha profissão que é a de professor. Ela me proporcionou ver com outro olhar a forma mais eficaz de tratar meus alunos. Alguns alunos que tenham determinado problema por eu não saber resolvê-lo passava a ser muito e tratado de forma que ele possa ser resolvido e ser tratado de forma clara
Gilson de Souza TeixeiraEducador(a) · Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia
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