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Relatórios e PEI
Como escrever relatórios e montar o PEI sem sofrimento: modelos prontos, exemplos reais e o passo a passo que a escola precisa.
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Escrever o relatório de um aluno e montar o PEI (Plano Educacional Individualizado) é uma das tarefas que mais tomam tempo e geram insegurança na rotina docente. O que parece burocracia, na verdade, é a ferramenta que organiza o olhar sobre a criança e orienta as adaptações que ela precisa para aprender.
Aqui você encontra o caminho para descrever avanços e dificuldades com objetividade, registrar evidências do dia a dia e transformar a observação da sala em um plano que a escola, a família e o Atendimento Educacional Especializado (AEE) conseguem acompanhar. Quando o relatório é de uma criança com autismo (TEA), o registro ganha ainda mais peso na garantia de direitos e no encaminhamento de apoios.
O que você encontra neste tema
- Modelos prontos de relatório descritivo e de PEI para baixar e adaptar à sua turma.
- Exemplos reais de como descrever comportamento, comunicação, autonomia e aprendizagem sem rótulos.
- O passo a passo de quem participa do PEI: professor regente, AEE, coordenação e família.
- Como ligar metas do PEI às adaptações de atividade e de avaliação.
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Artigos sobre relatórios e PEI
Tudo o que já escrevemos sobre relatórios e PEI, reunido aqui. Comece pelo que mais te ajuda hoje.
ArtigoPEI: Como Estruturar no Começo do Ano?
O Plano Educacional Individualizado (PEI) exige estratégia, leitura pedagógica e tomada de decisão consciente. Contudo, no começo do ano letivo, […]Ler o artigoPerguntas frequentes sobre relatórios e PEI
As dúvidas mais comuns de quem trabalha com relatórios e PEI na sala de aula, respondidas de forma direta.
O PEI (Plano Educacional Individualizado) é o documento que registra as metas, os apoios e as adaptações de um aluno que precisa de atendimento diferenciado. Ele é construído em conjunto (professor regente, profissional do AEE, coordenação pedagógica e família) e revisado ao longo do ano. Não é um diagnóstico clínico, e sim um plano pedagógico de quem está com a criança.
Descreva o que você observou, não o que rotula: situações concretas, com que frequência acontecem e em que contexto. Use verbos de ação (lê, reconhece, organiza, interage) e registre avanços e desafios com exemplos do dia a dia. Um bom relatório permite que outra pessoa entenda a criança mesmo sem tê-la visto em sala.
O ideal é revisar o PEI a cada bimestre ou trimestre, acompanhando se as metas foram alcançadas e ajustando os apoios. A revisão é o momento de comparar o relatório atual com o anterior e redirecionar a estratégia: o plano é vivo, não um papel preenchido uma vez no início do ano.
Na prática escolar, PEI (Plano Educacional Individualizado) e PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) costumam nomear o mesmo instrumento: o documento que organiza metas, apoios e adaptações de um aluno específico. O nome varia conforme a rede de ensino: algumas secretarias adotam PDI em suas normativas, outras usam PEI. O que importa é o conteúdo: avaliação inicial do aluno, metas pedagógicas, estratégias, responsáveis e prazos de revisão. Antes de escolher o modelo, verifique qual nomenclatura a sua rede utiliza.
Não. O laudo não é pré-requisito para elaborar o PEI nem para oferecer o Atendimento Educacional Especializado: a Nota Técnica nº 04/2014 do MEC orienta que a escola não pode condicionar o atendimento à apresentação de diagnóstico. Se o professor observa barreiras de aprendizagem, o planejamento individualizado já pode começar, com base no que se vê em sala. Quando o laudo existir, ele soma informações, mas quem define as estratégias pedagógicas é a escola.
Parta do que o aluno já consegue fazer e descreva o próximo passo possível, em linguagem observável. Em vez de "melhorar a leitura", escreva "reconhecer as letras do próprio nome" ou "ler palavras de duas sílabas com apoio de imagem". Boas metas têm três marcas: são específicas, têm prazo definido e podem ser verificadas por qualquer pessoa da equipe. Poucas metas bem acompanhadas valem mais do que uma lista longa que ninguém consegue revisar.
Adapte o formato, não o direito de ser avaliado. As metas registradas no PEI indicam o que cobrar: reduza a quantidade de questões, amplie o tempo, leia os enunciados em voz alta, aceite respostas orais ou com apoio de imagens, conforme a necessidade do aluno. O importante é que a prova meça o que ele aprendeu, e não a barreira que ele enfrenta. Registre no próprio PEI quais adaptações foram usadas, para dar continuidade nas próximas avaliações.
Convide a família desde o início, não apenas para assinar o documento pronto. Em uma conversa objetiva, pergunte o que a criança faz em casa, o que a acalma, do que ela gosta, e apresente as metas em linguagem simples, sem jargão pedagógico. Combine o papel de cada um e uma forma de retorno periódico, mesmo que breve. Família que entende o plano ajuda a sustentá-lo e traz informações que o professor não vê na escola.
Não. Diagnóstico é atribuição de profissionais da saúde; o papel do relatório escolar é descrever comportamentos e aprendizagens observados, nunca sugerir condições como "suspeita de autismo" ou "parece ter TDAH". Escreva o que acontece: "cobre os ouvidos em ambientes barulhentos", "levanta-se várias vezes durante a atividade". Esse registro descritivo é justamente o material mais útil quando a família busca avaliação especializada, porque mostra a criança real, sem antecipar conclusões que não cabem à escola.
Sim. A LDB e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) garantem ao estudante com deficiência o direito a adaptações razoáveis e a um projeto pedagógico que atenda às suas necessidades, e a escola não pode cobrar valor adicional por isso. O PEI é a forma prática de documentar esse compromisso: registra quais apoios foram planejados, quem responde por cada um e como serão acompanhados. Negar adaptação não é escolha pedagógica, é descumprimento da lei.
Depoimentos
Quem ensina, conta
Educadoras que vivem o dia a dia da sala e encontraram apoio em relatórios e PEI com a Rhema. Gente de verdade.
Esta plataforma tem sido uma grande ajuda nos meus estudos e pesquisas. Quando me inscrevi, estava precisando de conteúdo e encontrei exatamente o que precisava no Grupo Rhema. As aulas são excelentes, as apostilas são envolventes, e elas me motivam a aprender mais a cada dia.
Monique dos Santos T. AraújoEducador(a) · Relatórios e PEICom certeza foi de grande valia. Cresci como pessoa, pois a cada encontro me redescobri, me conheci. É maravilhoso saber que sempre podemos aprender mais e, consequentemente, ajudar nosso próximo. Curso maravilhoso! Parabéns, excepcionais! Rhema (Mara e Fábio), parabéns!!
Berenice Terezinha Vilanova GrubeEducador(a) · Relatórios e PEIO curso foi ótimo, me agregou conhecimentos teóricos e práticos que somaram nos momentos dos quais precisei fazer intervenções com as crianças com autismo. Isso me fez sentir segura e os resultados foram bastantes aplicáveis.
Elisangela dos Santos CarvalhoEducador(a) · Relatórios e PEI
Após concluir o curso, passei a ver meus alunos sob nova perspectiva, entendendo melhor suas dificuldades. Surgiram diversas oportunidades para trabalhar de forma mais eficaz com eles, abrindo caminhos para uma atuação mais clara e eficiente em sala de aula.
Eliandra B. Lemos AlbuquerqueEducador(a) · Relatórios e PEIA pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista veio para aprimorar meus conhecimentos, tornando a minha prática clínica mais eficaz e produtiva. Hoje me sinto segura para atender pacientes com TEA e orientar as famílias de forma correta e produtiva.
Raquel de Oliveira MoraesEducador(a) · Relatórios e PEIO curso me proporcionou autoconhecimento e compreensão mais profunda de mim mesma. As aulas foram incríveis, com excelentes profissionais e seres humanos dedicados, sempre prontos a ouvir, orientar e auxiliar. Aprendi que é natural ser humano, não perfeito, e desenvolvi paciência comigo, familiares, amigos e alunos.
Elizabeth Aparecida Kudrek de OliveiraEducador(a) · Relatórios e PEI
Este curso abriu portas na minha vida. Sou professora da Educação Infantil, não tenho um aluno autista, mas tenho alunos com dificuldades. E este curso ajudou no trabalho de como me relacionar com estas crianças, e a partir daí tudo começou a melhorar. E sei que quando eu vier a ter uma criança autista, estarei preparada para melhor atendê-la e também todas as outras.
Anderlucia Pereira SantineEducador(a) · Relatórios e PEIConsegui solucionar diferentes problemas relacionados à educação especial, visto que sou coordenadora pedagógica do município. Adquiri muitos conhecimentos que servirão de apoio na minha vida profissional.
Claudenice Albuquerque GonçalvesEducador(a) · Relatórios e PEIO curso de Pós-graduação foi excelente para minha profissão que é a de professor. Ela me proporcionou ver com outro olhar a forma mais eficaz de tratar meus alunos. Alguns alunos que tenham determinado problema por eu não saber resolvê-lo passava a ser muito e tratado de forma que ele possa ser resolvido e ser tratado de forma clara
Gilson de Souza TeixeiraEducador(a) · Relatórios e PEI
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