O aluno com TEA encontra barreiras para aprender e participar, muitas vezes porque o ambiente e as estratégias não foram pensados para o jeito dele. A Análise do Comportamento Aplicada (ABA) é uma ciência que oferece recursos para reduzir essas barreiras, ensinando novas habilidades cognitivas, motoras, de linguagem e sociointeracionais e apoiando a participação do aluno na sala de aula.
A Especialização (Lato Sensu) em Intervenção em ABA para Autismo articula teoria e prática para você compreender o processo de identificação de sinais, o manejo de comportamentos e os encaminhamentos necessários nas diversas circunstâncias de trabalho com o TEA. São 360 horas de formação para você atuar com mais clareza, método e respeito ao ritmo e às necessidades de cada aluno.
Como especialista em ABA, você poderá contribuir com a autonomia e a qualidade de vida dessas pessoas no âmbito escolar, com intervenções estruturadas e éticas.
O conteúdo tem foco pedagógico e complementa, sem substituir, o acompanhamento clínico. Diagnóstico e intervenção terapêutica são responsabilidades de profissionais de saúde habilitados.
Cada ano sem estratégia é um ano em que as barreiras podem seguir no caminho do aluno. Comece agora a se especializar.
Matricule-se agora.
Onde você vai aplicar o que aprender
O que você aprende vale na escola e nos espaços de apoio ao desenvolvimento. Você poderá usar esse conhecimento para:
ensinar novas habilidades cognitivas, motoras, de linguagem e sociointeracionais;
reduzir barreiras de aprendizagem e de participação do aluno com TEA;
manejar comportamentos com estratégias estruturadas;
fazer os encaminhamentos necessários nas diferentes circunstâncias de trabalho com o TEA;
apoiar a autonomia e a qualidade de vida dos alunos no ambiente escolar.
Para quem é este programa
Para profissionais que atuam ou desejam atuar com alunos com TEA. É indicado para:
professores da sala regular e de Educação Especial;
professores do AEE e mediadores escolares;
psicopedagogos e neuropsicopedagogos;
psicólogos, terapeutas ocupacionais e demais profissionais ligados ao TEA.
O primeiro passo é conhecer as estratégias que ajudam a reduzir as barreiras para cada aluno.




