Você percebe que a criança tem dificuldade motora ou de aprendizagem, mas não sabe o que avaliar, quais instrumentos usar e como transformar os resultados em intervenção?
Perceber a dificuldade na motricidade, na lateralidade, na linguagem, na leitura, na escrita ou na matemática é só o começo. O desafio está em saber quais habilidades avaliar, como aplicar os instrumentos corretamente e, principalmente, como transformar o resultado em um plano de intervenção que faça diferença. Sem isso, a criança continua esperando pelo apoio de que precisa.
O curso Protocolos de Avaliação em Neuropsicomotricidade e Dificuldades de Aprendizagem capacita você a aplicar instrumentos que ajudam a avaliar o desenvolvimento psicomotor, a linguagem e as principais habilidades envolvidas na aprendizagem escolar. As aulas articulam teoria e prática, com conteúdos fundamentados em evidências científicas, para que você atue com mais segurança, critério e respeito às necessidades de cada criança.
O curso é ministrado por professores da Rhema Neuroeducação, com uma abordagem atual, técnica e conectada aos desafios de quem trabalha com desenvolvimento infantil e dificuldades de aprendizagem.
São 60 horas de estudo, com certificado emitido por instituições reconhecidas pelo MEC (Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí e Faculdade Rhema).
Cada semana sem método é mais uma semana em que a criança espera por uma intervenção direcionada. Comece agora a avaliar e planejar com mais segurança.
Matricule-se agora.
Onde você vai aplicar o que aprender
O que você aprende vale em diferentes espaços de atuação. Você poderá usar esse conhecimento em:
clínicas de psicopedagogia e neuropsicopedagogia;
escolas públicas e privadas;
centros de desenvolvimento infantil;
consultorias educacionais;
instituições especializadas;
atendimento individual de crianças e adolescentes.
Para quem é este programa
Para quem atua ou deseja atuar com desenvolvimento infantil, avaliação e dificuldades de aprendizagem. É indicado para:
pedagogos;
professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental;
professores de Educação Especial;
psicopedagogos e neuropsicopedagogos;
psicomotricistas;
coordenadores pedagógicos e orientadores educacionais;
demais profissionais da área.
O primeiro passo é saber o que avaliar para saber como intervir.











