Acessibilidade:

Fique Atento! Crianças com Dificuldades na Linguagem ou na Fala Precisam de Ajuda

Olá… 🙂
 
Você sabia que quando a criança demora para falar ou fala com dificuldade pode significar que ela tem algum distúrbio ou transtorno?
Nessa matéria você poderá ver alguns sinais que podem ajudá-los a identificar ou a suspeitar de uma dificuldade e também podem ajudar a identificar possíveis dificuldades, afinal uma criança passa muito tempo na escola.
Leia com atenção e na dúvida, não hesite em procurar ajuda. E lembre-se, que “esperar” pode ser prejudicial. Boa leitura!
 
Crianças pequenas (até 3 anos de idade):
 
1.    Atraso no aparecimento das primeiras palavras (já completou 1 ano e ainda não fala “papá” e “mamã”);
2.    Crianças com 18 meses (1 ano e meio) e que ainda não falam ou que apenas usam gestos de apontar; 
3.    Crianças com 2 anos e que falam pouco (apenas algumas sílabas ou palavras isoladas) e que ainda não combinam palavras. Crianças com 2 anos e meio e que ainda não falam pequenas frases (“mamã dá eiti” (mamãe dá leite!), por exemplo. 
4.    Crianças que compreendem tudo, mas que não falam; 
5.    Crianças que brincam pouco, interagem pouco, que são agitadas ou muito quietinhas; 
6.    Crianças que tem dificuldades para imitar ou para repetir o que os pais falam; 
7.    Crianças desatentas, que não olham ou que são indiferentes às situações;
8.    Crianças que não sabem brincar ou não se interessam pelos brinquedos que os pais compram; 

Crianças mais velhas (depois dos 4 anos):
 
1.    Crianças com vocabulário pobre. Os pais perguntam os nomes dos objetos e não respondem ou confundem os nomes;
2.    Crianças com falam errado, que até os pais, não conseguem compreender tudo o que falam;
3.    Crianças com dificuldade de compreensão. Parecem não entender o que foi pedido, não entender uma brincadeira ou um jogo;
4.    Crianças com dificuldade para aprender novas palavras;
5.    Dificuldade para produzir frases: apresentam fala “truncada”, desorganizada. Frases gramaticalmente incorretas, com dificuldade para conjugação dos verbos, uso dos pronomes;
6.    Crianças que não conseguem contar fatos (não conseguem relatar o que fizeram na escola, por exemplo);
7.    Crianças com dificuldade para contar histórias. Os pais lêem histórias, mas a criança não consegue recontar. 
8.    Crianças que não conseguem manter uma conversa. Que não fazem perguntas ou que respondem o que foi perguntado de forma incorreta. Os pais perguntam uma coisa e a criança responde outra. São descontextualizados (mudam de assunto, falam de forma “esquisita”);
9.    Crianças que não entendem piadas, linguagem figurada, com compreensão literal;
10. Crianças que apresentam dificuldade para aprender o que é ensinado;
11. Crianças com alterações na fluência da fala: repetição de sílabas, de palavras, com tiques associados);
12. Criança que entrou na escola e após 3 meses não apresentou evolução no desenvolvimento da fala;
13. Pobre interação social (crianças mais arredias, com dificuldade de socialização, que preferem brincar sozinhas);
14. Crianças com comportamento infantilizado;
15. Brincadeira pobre, desorganizada e que não consegue brincar de faz-de-conta;
16. Crianças com dificuldade de coordenação motora, com dificuldade para segurar e manusear os objetos.
17. Crianças com dificuldade para mastigar e deglutir.
Outros fatores importantes e que também devem ser considerados:
 
·         Se há problemas semelhantes na família (pessoas que têm problemas de fala e linguagem ou algum tipo de deficiência);
·         Histórico de prematuridade/baixo peso. Crianças que ficaram em UTI Neonatal. 
·         Ambiente familiar bilíngue, mas com atitudes desfavoráveis ao desenvolvimento da fala;
·         Pais com perfil superprotetor (“que falam pela criança”); Pais ansiosos; 
·         Ambiente familiar com privação de estímulos (por exemplo, pais trabalham e a criança passa o dia com a babá que pode não estimular a fala e a linguagem de uma forma adequada). Muitas babás são boas cuidadoras, porém pouco estimuladoras.
Se você tem dúvidas se o desenvolvimento da fala e da linguagem do seu filho ou filha está adequado ou não, não hesite em procurar um especialista para realizar uma avaliação fonoaudiológica. Não existe uma idade padrão para esta avaliação. Dúvidas e queixas sempre devem ser consideradas!
 
Fonte: http://www.atrasonafala.com.br/tratamento-dificuldade-fala-infantil.html
Aprenda mais sobre esse assunto…


Se inscreva em nosso curso de Desenvolvimento da fala, e saiba mais sobre como você pode ajudar seus alunos.

Continue lendo

Sintomas do transtorno opositivo desafiador

Olá, professores! Antes de tudo, como vocês lidam com situações de mau comportamento em sala de aula? Enquanto para uma […]

Como Estimular o Desenvolvimento Neuropsicomotor em Casa?

O desenvolvimento neuropsicomotor é uma das bases mais importantes da infância. Ele representa não apenas a evolução dos movimentos corporais, […]

Como avaliar os aspectos psicomotores?

Primeiramente, vocês utilizam que tipos de critérios para avaliar os aspectos psicomotores de seus alunos? Esse questionamento é essencial, pois […]

Sintomas do transtorno opositivo desafiador
Olá, professores! Antes de tudo, como vocês lidam com situações de mau comportamento em sala de aula? Enquanto para uma parte de educadores, tais características configuram uma simples birra, principalmente quando se trata de crianças mais novas; outros passam a considerar que essas atitudes são realmente provenientes de uma rebeldia....
Como Estimular o Desenvolvimento Neuropsicomotor em Casa?

O desenvolvimento neuropsicomotor é uma das bases mais importantes da infância. Ele representa não apenas a evolução dos movimentos corporais, […]

Como avaliar os aspectos psicomotores?

Primeiramente, vocês utilizam que tipos de critérios para avaliar os aspectos psicomotores de seus alunos? Esse questionamento é essencial, pois […]